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Entro na biblioteca, pouso o casaco,
Há um mapa de saber em cada estante.
No zero, tudo; no um, o pensamento,
No dois, a Fé brilhante.

Cada número abre uma porta,
Cada lombada, um lugar;
Vou seguindo a ordem dos livros,
Sem deixar de me espantar.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

No três, a vida em sociedade,
No quatro, um vazio por enriquecer;
No cinco, a natureza inteira,
No seis, o engenho feito por nós.

Cada número abre uma porta,
Cada lombada, um lugar;
Vou seguindo a ordem dos livros,
Sem deixar de me espantar.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

No sete, arte e movimento,
No oito, histórias para contar;
No nove, o tempo e as memórias,
E outros mundos por visitar.

Aprendo a ouvir, a perguntar,
A ver por outros olhos também;
Tenho palavras para me encontrar,
E mais empatia por quem vem.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

Na biblioteca, o dia demora,
Levo uma história quando vou embora.
Lê, lê, leva o mundo contigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

Leva o mundo contigo
Letra e música criada com a aplicação Suno - Versão 02
Gonçalo Silva
outubro de 2026

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Entro na biblioteca, pouso o casaco,
Há um mapa de saber em cada estante.
No zero, tudo; no um, o pensamento,
No dois, a Fé brilhante.

Cada número abre uma porta,
Cada lombada, um lugar;
Vou seguindo a ordem dos livros,
Sem deixar de me espantar.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

No três, a vida em sociedade,
No quatro, um vazio por enriquecer;
No cinco, a natureza inteira,
No seis, o engenho feito por nós.

Cada número abre uma porta,
Cada lombada, um lugar;
Vou seguindo a ordem dos livros,
Sem deixar de me espantar.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

No sete, arte e movimento,
No oito, histórias para contar;
No nove, o tempo e as memórias,
E outros mundos por visitar.

Aprendo a ouvir, a perguntar,
A ver por outros olhos também;
Tenho palavras para me encontrar,
E mais empatia por quem vem.

Lê, lê, leva o mundo contigo,
Há mil caminhos por descobrir.
Lê, lê, cresce o teu abrigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

Na biblioteca, o dia demora,
Levo uma história quando vou embora.
Lê, lê, leva o mundo contigo,
Quem lê tem mais maneiras de seguir.

Leva o mundo contigo
Letra e música criada na aplicação Suno - Versão 01
Gonçalo Silva
outubro de 2026

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Entro devagar no pó

E o mundo faz-me sinal

Há um mapa em cada estante

E um segredo no portal

Os livros olham para mim

Como velhos do costume

E eu sigo o teu nome

Pela margem e pelo lume


Vem cá, dá-me a mão

Faz-me perder a razão

Entre capas e silêncio

Bate forte o coração

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh

 

Na mesa há um risco azul

E um café já sem calor

Um marcador cai no chão

Como um pequeno trovador

Tu ris, eu fico a ver

A poeira a dançar no ar

E cada página vira

Quando te sinto chegar

 

Vem cá, dá-me a mão

Faz-me perder a razão

Entre capas e silêncio

Bate forte o coração

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh

 

Se a rua quer gritar

Eu deixo-a lá fora

Aqui dentro o tempo pára

E a tua voz me devora

Fecha a porta, abre o livro

Deixa o resto para trás

Se me chamas entre linhas

Eu já não volto atrás

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh


Letra e música criada na aplicação Suno - Versão 01
18 de outubro de 2026
Gonçalo Silva

0 comentários

Entro devagar no pó

E o mundo faz-me sinal

Há um mapa em cada estante

E um segredo no portal

Os livros olham para mim

Como velhos do costume

E eu sigo o teu nome

Pela margem e pelo lume


Vem cá, dá-me a mão

Faz-me perder a razão

Entre capas e silêncio

Bate forte o coração

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh

 

Na mesa há um risco azul

E um café já sem calor

Um marcador cai no chão

Como um pequeno trovador

Tu ris, eu fico a ver

A poeira a dançar no ar

E cada página vira

Quando te sinto chegar

 

Vem cá, dá-me a mão

Faz-me perder a razão

Entre capas e silêncio

Bate forte o coração

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh

 

Se a rua quer gritar

Eu deixo-a lá fora

Aqui dentro o tempo pára

E a tua voz me devora

Fecha a porta, abre o livro

Deixa o resto para trás

Se me chamas entre linhas

Eu já não volto atrás

 

Nas bibliotecas, oh

Nas bibliotecas, oh

Há sempre um som melhor

Nas bibliotecas, oh


Letra e música criada na aplicação Suno - Versão 02
18 de outubro de 2026
Gonçalo Silva

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